Shopping | Fóruns | Assinar Revista | Promoções | Jogos
Hardware | Software | Internet | Multimédia | Notícias | Downloads

Subscrever PCGuia




 Notícias

 Secções
  • Hardware
  • Software
  • Especiais
  • Jogos
  • Internet
  • Multimédia
  • Linux
  • PCGuia Pro

 Canais
  • Downloads
  • Fóruns
  • Blogue do Gato
  • Shopping
  • Anúncios



Outras edições

 Jogue on-line

Serviços PCGuia
  • Assinar Revista
  • Contactos:
     - Internet
     - Editorial
  • E-mail:
     - Geral
     - Assinaturas
  •
  •
  • Notícias
  por RSS

  • Downloads
  por RSS



Pesquisar downloads shopping artigos produtos
PCGuia > Especiais > Chegou o Windows 7
 
 
  NOVEMBRO 2009

A PCGuia revela tudo o que precisa de saber sobre o novo sistema operativo da Microsoft

TEXTO JOÃO PEDRO FARIA, JOÃO TRIGO, PEDRO TRÓIA E SUSANA ESTEVES
 
     
 
Publicidade
Sim, é verdade. Ao contrário do Windows Vista, o Windows 7 não foi vítima de atrasos provocados por problemas de compatibilidade nem surgiu meio despido, com aplicações e funcionalidades atiradas lá para dentro à última hora. De facto, o que foi possível ver na Release Candidate (RC) será praticamente o que qualquer utilizador do mais recente sistema operativo da Microsoft poderá contemplar na versão Release To Manufacturing (RTM), salvaguardando os bugs que foram entretanto sendo identificados e resolvidos durante a extensa fase de testes.

Estes bugs, contudo, são apenas do conhecimento dos parceiros OEM e das organizações inscritas no Technical Adoption Program, que receberam a build 7201 como uma segunda RC. Contabilizando os testes propriamente ditos (que incluíram experiências automatizadas e de reengenharia) e as sessões de perguntas e respostas internas à Microsoft, o novo Windows 7 terá sofrido no cômputo global cerca de 1,6 milhões de horas de (permitam-nos a expressão) tortura. Apesar de a versão final, ou RTM, apenas estar disponível no mercado no dia 22 de Outubro, os parceiros de testes e todos os parceiros Microsoft receberam-na durante o mês de Agosto. Não deixa de ser espantoso que o código presente na versão final seja muito próximo daquele presente na RC inicial, pelo que felicitamos desde já a Microsoft.

Algumas funcionalidades embutidas no Vista foram sendo reescritas repetidamente para entrar no Windows 7. No entanto, umas acabaram por ser abandonadas (como é o caso da WinFS) e outras substituídas no último momento (é o caso da Aero) para evitar possíveis atrasos comprometedores. Claro que o marketing também não foi esquecido e algumas funcionalidades mais interessantes foram incluídas antes de a versão RC ser disponibilizada, de modo a aguçar o apetite dos utilizadores para se sentirem tentados a comprarem a versão final. No entanto, sublinhese que a versão final do Windows 7 tem a mesma lista de especificações que a versão RC, tendo esta decisão sido tomada pela equipa de desenvolvimento da Microsoft para evitar precisamente que o produto acabasse por se atrasar face à data de lançamento e que ficasse pronto para produção na forma mais estável possível.

DIFERENÇAS VISUAIS
Para além das funções, são várias as diferenças gráficas do Windows 7 para o Vista, a começar pela mais evidente – o novo ambiente de trabalho. De facto, com o Vista a Microsoft optou por desenvolver uma interface moderna e agradável, mas acabou por ficar em mãos com evidentes problemas de desempenho. No Windows 7, o utilizador vai ficar surpreendido com a eficácia do sistema, claramente pensado para o servir e não para lhe colocar problemas. Aliás, e começando por esta matéria, o novo SO da Microsoft dispensa as caixas de diálogo que surgiam no Vista sempre que alguma coisa estava a correr mal. Para o efeito, criou uma nova ferramenta chamada Centro de Acção (que evolui do Centro de Segurança do Vista), disponível na Área de Notificação do Sistema. Basta clicar no respectivo ícone, em forma de bandeira, para ter acesso à lista com os eventuais problemas que vão sendo detectados pelo Windows 7, e então será possível tentar resolver um de cada vez. Trata-se de uma solução muito mais cómoda e eficaz, anulando a intrusão que o Vista tinha sempre que algo acontecia e minimizando assim o nível de pânico provocado junto do utilizador.

Mas voltemos à área do ambiente de trabalho. Tal como vem acontecendo na família do Windows, ao lado da Área de Notificação do Sistema surge a Barra de Ferramentas. No 7, é aqui que se passa a acção. Na nova Barra de Ferramentas, os pequenos ícones do Vista deram lugar a ícones maiores e sem qualquer etiqueta associada. Na versão anterior, era possível iniciar os programas simplesmente arrastando o ícone para a barra de acesso rápido. O Windows 7 elimina esta capacidade e dá mais poder à Barra de Tarefas. Basta arrastar qualquer ícone do menu Iniciar (que foi também redesenhado) para a barra e ele ficará lá colado, bastando depois clicar nele uma vez para que o programa arranque. Claro que é possível organizar os ícones disponíveis na Barra de Ferramentas como se quiser. Para se poder distinguir se uma determinada aplicação disponível na Barra de Ferramentas está activa, basta reparar na (demasiado) subtil caixa que o 7 desenha em volta do respectivo ícone. Outra novidade interessante é a função de pré-visualização automática. Graças a esta, ao passar-se o ícone do rato sobre qualquer um dos ícones na Barra de Ferramentas é possível ter uma imagem miniaturzada do que se está a passar nessa aplicação (por exemplo, se for o Media Player pode-se até parar ou recomeçar a reprodução). Ao passar o rato sobre essa pequena imagem é possível ver uma janela maximizada, que desaparece assim que retiramos o rato da imagem, como se de um efeito roll over se tratasse.

X86 VS. X64
Para além destas diferenças visuais mais evidentes, existem outras que são igualmente importantes, e que cada utilizador do Vista vai certamente perguntar como é que a Microsoft não as colocou antes no sistema operativo que agora começa a dar o seu lugar ao 7. No entanto, e apesar de serem questões pertinentes que os nossos leitores habitualmente colocam à Redacção, certamente uma das mais frequentes em matéria de sistemas operativos Windows é a diferença entre as versões 32 bit (x86) e 64 bit (x64), e o Windows 7 não é excepção. Pois bem, a resposta não é fácil de dar e nem tão pouco pode ser tão directa quanto muitos esperariam (ou gostariam) que fosse: depende, e vamos ver porquê.

Existe desde logo um factor que poderá limitar a escolha apenas à primeira opção – o processador. Se este já tiver alguns anos, é muito provável que apenas possa instalar a versão x86. Já se for um modelo com uma arquitectura moderna, então poderá optar também pela arquitectura x64. É um dado assente que a versão x64 é capaz de reconhecer uma maior quantidade de memória face à x86, que se fica apenas pelos 4 GB. De facto, a versão 64 bit permite fazer com que o espaço de endereçamento de memória que pode ser referenciado pelo processador seja maior. E, para sermos correctos, a versão de x86 nem sequer chega a endereçar aos 4 GB, mas sim somente a perto de 3,4 GB, uma vez que o restante espaço disponível estará alocado a outro hardware presente no sistema.

No entanto, não se poderá com isto concluir que o Windows 7 x64 permitirá fazer com que as aplicações sejam executadas mais rapidamente, uma vez que a maior parte do software hoje produzido se encontra optimizado para correr em x86. Aliás, os próprios benchmarks aplicados às versões x86 e x64 do Vista comprovam que a versão x64 não tem de ser necessariamente mais rápida face à x86 em termos de desempenho e de memória. De qualquer modo, existem já alguns jogos compatíveis com os actuais desenvolvimentos e espera-se que mais software comece a ser concebido de modo a ser optimizado para a era x64, o que são boas notícias para quem preferir arriscar a opção pela versão x64. Outra ideia que à partida poderá parecer lógica mas que se deve desmistificar desde já tem que ver com a combinação perfeita, que passa por usar um sistema operativo de x64 com um CPU também x64. Esta não é obrigatoriamente a escolha perfeita, até porque a introdução de uma nova arquitectura poderá causar problemas em termos de compatibilidade e de controladores que não se registam de todo, caso se opte pela versão x86.

 ASPECTOS A TER EM CONTA NA VERSÃO 64 BIT

Ainda vai demorar algum tempo para que a versão 64 bit se torne na norma. Mas se está decidido a arriscar a instalação da versão 64 bit do Windows 7, deverá ter em conta alguns aspectos, sobretudo os cinco pontos que se seguem.

• A versão x64 permite endereçar a mais do que 4 GB de memória. Isto é perfeito para jogadores ou utilizadores de CAD. No entanto, só existe de facto vantagem caso o sistema conte com um CPU de 64 bit e as aplicações usadas suportem também esta arquitectura. Caso contrário, será como se estivesse a usar uma arquitectura de 32 bit, que suporta apenas até 4 GB de RAM.

• Os drivers 32 bit não são compatíveis. Logo, não vão funcionar no Windows 7 64 bit. É muito elevada a probabilidade de muitos periféricos, para os quais já terá sido complicado arranjar drivers para o Vista x86, não funcionarem no Windows 7 x64. O melhor é consultar o site do fabricante do hardware e verificar se existe uma versão dos controladores para 64 bit antes de fazer o upgrade ao sistema operativo.

• A execução de aplicações 32 bit pode ser feita mais lentamente. Isto porque o overhead adicional criado ao correr um programa de 32 bit num sistema operativo de 64 bit poderá degradar o desempenho.

• As aplicações 16 bit não poderão ser executadas. Apesar de esta questão dificilmente se aplicar aos sistemas modernos, não deixa de ser relevante o facto de ser impossível instalar software antigo na versão x64 do Windows 7. É, por exemplo, o caso de algum hardware que se mantém activo desde os tempos do já longínquo Windows 3.1.

• Os controladores de modo kernel não assinados não vão funcionar. Tal como acontece com as aplicações 16 bit, será impossível executar este tipo de drivers, o que poderá levantar problemas relativamente ao hardware mais antigo.


INSTALAÇÃO DO WINDOWS 7
O Windows XP está quase defunto e o Vista nunca chegou a ser o que se esperava dele. Agora que o novo Windows 7 está a chegar, ajudamos o leitor a instalá-lo e a dar uma nova vida à sua máquina

A instalação do Windows sempre foi um dos assuntos mais focados na PCGuia, muito por culpa da Microsoft. O sistema operativo mais usado no mundo fica progressivamente mais lento com a utilização, o que faz com que seja necessária uma reinstalação periódica para recuperar a velocidade inicial do computador. A Microsoft tem vindo a simplificar os processos de instalação do sistema retirando a interface de texto e substituindo-a por uma interface gráfica mais legível e de mais fácil compreensão. No entanto, esta tarefa continua a ser quase uma ciência oculta para muitos utilizadores. Por isso, decidimos revisitar este assunto, desta vez, focando o mais novo membro da família Windows, o 7.

CUIDADOS A TER ANTES DE INICIAR A INSTALAÇÃO
A primeira regra é a salvaguarda dos seus dados. Quer esteja a instalar de raiz, quer esteja a fazer um upgrade do sistema operativo, não se esqueça de guardar os seus dados mais importantes num outro disco rígido, em CD ou DVD. Isto porque, no primeiro caso, vai formatar o disco, ou seja, apagar todo o seu conteúdo; e no segundo, mesmo não apagando nada, algo pode correr mal e provocar o desaparecimento de todos os seus dados num abrir e fechar de olhos. Para fazer uma cópia de segurança, basta copiar a sua pasta “Meus Documentos” para salvaguardar imagens, música, textos ou outros documentos, e até mesmo os saves de jogos.

 
 REQUISITOS MÍNIMOS PARA O WINDOWS 7

CPU a 1 GHz com tecnologia de 32 (x84) ou 64 (x64) bit
1 GB de memória RAM na versão 32 bit e 2 GB de RAM na versão 64 bit
16 GB de espaço em disco para a versão 32 bit e 20 GB para a versão 64 bit
Placa gráfica com tecnologia DirectX 9 com WDDM 1.0 (Windows Display Driver Model) ou superior

Para fazer uma cópia mais abrangente dos seus documentos pode aceder à pasta Users, que está na drive C: e copiá-la toda para outro dispositivo. Neste caso, para além dos documentos, copia também configurações de aplicações e outros ficheiros.

No caso do e-mail, utilize a função Export do seu programa de e-mail. Como o nome indica, esta função permite-lhe exportar as suas mensagens de forma a poder importá-las depois para outro programa, assim que tiver o novo sistema a funcionar. Se não quiser usar qualquer um dos métodos

descritos acima, utilize um programa de cópia de segurança, que em quase todos os casos lhe permite escolher os dados a salvaguardar. No que respeita aos programas que tem instalados no sistema antigo, aconselhamos a instalá-los um a um. Este passo serve apenas para evitar problemas de compatibilidade que possam surgir, porque, se o sistema crashar depois de os instalar todos de uma só vez através de um backup, é muito mais complicado detectar qual foi o programa que se portou mal. Por isso, tenha os CD e DVD originais à mão.

DRIVERS
Como em todos os sistemas operativos, há que reunir os drivers para o hardware que usa. Em certos casos, pode usar os drivers do Windows Vista no Windows 7, embora, por vezes, a instalação de um driver para Vista no 7 apenas retire o ponto de exclamação no Gestor de Dispositivos, mas não faz o hardware funcionar.

Assim, antes de instalar, vá aos sites dos fabricantes do seu hardware e descarregue os drivers para Windows 7 que existirem. Apesar de esta nova versão do Windows ter sido distribuída há já muito tempo aos fabricantes para que estes adaptassem os drivers aos seus produtos, existe a possibilidade de ainda não existirem drivers específicos para esta nova versão, por isso, descarregue os drivers para Vista e tente instalá-los. Se não funcionarem, a única solução é esperar.

 ARRANQUES DUPLOS

Desde o Windows XP que existe a hipótese de criar automaticamente esquemas de arranque duplo ou, em inglês, “dual boot”. Este aspecto permite-lhe ter dois ou mais sistemas operativos instalados ao mesmo tempo no mesmo computador, podendo escolher o que quiser usar quando liga a máquina. Isto serve, principalmente, para que possa continuar a usar os mesmos programas sem que haja problemas de compatibilidade com o sistema mais recente. Apesar de ser possível construir um esquema deste tipo num único volume ou partição, aconselhamos a dividir o seu disco em várias partições para que possa colocar um sistema operativo em cada uma.

Se já tiver o Vista instalado, pode usar o sistema de “encolhimento” de partições para criar espaço para a partição onde vai instalar o 7.

Note que, se estiver a trabalhar com um esquema deste tipo e se quiser usar o mesmo programa nos dois sistemas, tem de o instalar num e noutro, visto que o esquema funciona como se fossem dois computadores distintos. A instalação em sistema dual-boot é exactamente igual a uma instalação normal. Comece por instalar o sistema mais antigo, seja ele o Windows XP ou o Vista. Quando estiver a escolher o tamanho da partição de arranque, não use a capacidade total dos discos; deixe espaço livre no disco para o 7. Para o novo sistema pode deixar 20 GB livres. O sistema em si ocupa mais ou menos 10 GB; o resto pode servir para as aplicações. Concluído o processo de instalação, insira o DVD do 7 na drive e reinicie o computador.

Inicie o processo de instalação normal. A única coisa que tem de fazer é escolher o espaço livre que reservou na instalação do sistema anterior. Não existe nenhuma diferença de uma instalação em dual boot para uma instalação em single boot. Quando acabar o processo e o computador for reiniciado, aparecerá um menu com os dois sistemas, para que possa escolher o que quer usar. Se não fizer nenhuma escolha, o sistema arrancará automaticamente para o sistema mais recente.


 SISTEMA PRONTO EM NOVE PASSOS

01Coloque o DVD na drive e reinicie o computador. Aparecerá uma mensagem a convidá-lo a premir uma qualquer tecla para arrancar a partir do DVD; faça-o. O primeiro ecrã que vai ver é este, onde pode escolher a
língua. A nossa versão apenas tem a opção de instalar em Inglês, mas permite escolher o teclado em Português.

02 Depois de escolhido o idioma, aparece este ecrã. As opções possíveis são: Instalar agora, Ver informações acerca dos requisitos de instalação do sistema e Reparar o computador. Esta última opção apenas funciona se já tiver uma instalação do Windows 7. Clique em Instalar agora.

03 Neste ecrã pode escolher o tipo de instalação que quer fazer. Pode optar entre um Upgrade, em que são mantidos, dentro do possível, os seus ficheiros e programas, e uma instalação Custom (personalizada). Nós aconselhamos sempre a fazer uma instalação personalizada, visto que é a única forma de minimizar quaisquer problemas de compatibilidade.

04 Nesta instalação vamos utilizar a totalidade do espaço em disco. Se pretender criar mais partições, clique em Drive Options. Aí pode decidir o espaço da partição onde vai colocar o sistema. Depois de escolher a opção pretendida, clique em Next.

05 Agora o sistema de instalação está a gravar os ficheiros para o seu disco. Esta é a parte mais chata porque não há nada que possa fazer; está tudo em piloto automático.

06 Feitos os testes de performance, aparece este ecrã em que lhe é pedido um nome de utilizador e um nome para o seu computador. O primeiro serve para o identificar perante o sistema e o segundo para identificar o computador se este estiver ligado em rede com outras máquinas.

07 No ecrã seguinte pode inserir uma palavra-passe para si. Se partilhar o computador com mais pessoas ou se este estiver ligado numa rede é aconselhável criar uma palavra-passe. Utilize letras maiúsculas e minúsculas e números. O último campo permite inserir uma frase que o ajuda a lembrar-se da palavra-passe se se esquecer dela.

08 Este ecrã serve para inserir o número de série da sua licença do Windows 7 para activação do sistema. Se não o inserir, tem 30 dias para o fazer. Por baixo do campo do número de série está uma caixa que, quando activada, faz com que o Windows se active utomaticamente através da Internet após a instalação. Pode também fazer a activação pelo telefone, se não tiver uma ligação à Net disponível.

09 Se tudo correr bem, esta será a imagem que aparecerá de seguida no ecrã: o novo desktop do Windows 7. Se tiver acesso à Internet, a primeira coisa que o novo Windows vai fazer é ligar-se ao Windows Update para descarregar todas as ctualizações que tenham saído até à data. Depois é só começar por instalar os drivers que descarregou anteriormente e a seguir os seus programas e documentos.

INSTALE O 7 NO SEU NETBOOK
Apesar de a maior parte dos netbooks não ter drive óptica, isso não o impede de instalar o novo Windows num pequeno portátil

Se é o feliz proprietário de um netbook e se está (naturalmente) ansioso para poder instalar o novo sistema operativo da Microsoft no seu pequeno companheiro de trabalho (e de diversão, porque não?), certamente já terá reparado que será praticamente impossível fazê-lo, a não ser que tenha a felicidade de ter uma drive óptica externa capaz de receber o DVD de instalação.

Contudo, a maior parte dos netbooks actualmente disponível no mercado não tem essa possibilidade e, quando ela existe, a drive tem de ser adquirida à parte do computador. Por isso, a única solução é instalar o Windows 7 a partir de uma unidade de armazenamento externo, como é o caso de uma pen drive. No entanto, terá de ser o próprio utilizador a criar uma pen drive capaz de executar este processo como se de um disco óptico se tratasse, uma vez que a Microsoft não propõe a sua nova aposta neste pequeno mas útil suporte de dados.

É fundamental que aceda à prompt de comandos em modo de Administrador
Depois de entrar no comando diskpart, esta é a sequência de comandos a aplicar para preparar a sua pen drive (ou disco externo USB) para servir de drive de arranque

Se está interessado em fazê-lo e não tem grande experiência com programação ou informática, não se assuste, pois como verá nesta página é relativamente simples criar uma pen drive USB capaz de instalar o Windows 7 na sua pequena máquina. Aliás, o processo é em tudo idêntico para o Vista. Mas para o fazer terá de usar uma máquina com drive óptica.

Deverá começar por reunir todo o material necessário – uma pen drive com, pelo menos, 4 GB de capacidade, e o disco de instalação do Windows 7. Depois, o primeiro passo a dar é ligar a drive USB ao PC e guardar todos os ficheiros nela contidos para um local seguro. Abra o menu Iniciar, escreva cmd na área de pesquisa, clique com o botão direito do rato no ícone que surge debaixo de Programas (1) e escolha a opção Executar como administrador.

Perante a caixa de diálogo do Controlo de Conta de Utilizador, responda Sim. Verá uma caixa com a prompt de comando, na qual deverá digitar os comandos diskpart e list disk, ambos seguidos de Enter (responda Sim após digitar diskpart). Após introduzir os dois comandos, verá uma lista com o(s) disco(s) rígido(s) e a(s) pen drive (s) que existem no computador. No nosso exemplo, o número atribuído à pen drive é 1. Caso no seu sistema o número seja outro, utilize esse número sempre que houver um comando.

De seguida, deverá limpar a pen drive em conformidade para receber os ficheiros de instalação do SO. Digite em sequência os seguintes comandos, sempre com um Enter entre cada ordem: select disk 1; clean; create partition primary; select partition 1; ative; format fs=NTFS; assign; exit. Para os mais leigos, esta série de comandos serve para formatar e particionar a pen drive.

Depois de terminada esta fase, deverá colocar o DVD de instalação original do Windows 7 na drive óptica do seu computador. Usando novamente a prompt de comando (entre mais uma vez como Administrador), vá até ao directório de boot do DVD escrevendo cd D:\boot (a nossa drive de DVD está em D:). Logo de seguida, use o comando bootsect para definir a pen USB (que é no nosso exemplo a drive E:) como uma drive capaz de fazer o boot do sistema, escrevendo bootsect /nt60 e: e premindo Enter. Concluído o processo, feche a prompt de comando.

Já não falta muito para terminar. Resta copiar todo o conteúdo do DVD de instalação para a pen drive USB, ou seja, no nosso exemplo, de D: para E:. Basta abrir no Explorador do Windows cada uma das drives, seleccionar tudo com o rato, copiar de D: e arrastar para E:. Terminada a transferência, a pen drive estará finalmente pronta.

Para partir para a instalação, remova em segurança a pen drive do computador onde a preparou e insira-a no seu netbook. Entre no programa de configuração do BIOS premindo F2 (ou outra tecla de função recomendada para o efeito) logo depois de o ligar. Este passo é fundamental, pois terá de “dizer” ao seu netbook que deverá procurar o suporte de arranque na pen drive USB. Aqui, as opções poderão divergir um pouco conforme o tipo de BIOS utilizado. Em qualquer caso, deverá procurar o menu Boot e definir em primeiro lugar a opção USB Key.

Nota: caso tenha optado por criar o disco de arranque num disco externo USB, o que também é perfeitamente possível, deverá optar pela opção USB HDD como cimeira na lista de Boot priority order.

RESOLVA OS PROBLEMAS DE ESTABILIDADE
Algum hardware e software poderá não funcionar imediatamente com o Windows 7, sendo necessário instalar aplicativos adicionais

Uma vez instalado o novo sistema operativo, convém ver se tudo está a funcionar de acordo com o esperado. Em princípio, o Windows 7 tem todos os drivers genéricos necessários ao bom funcionamento dos vários tipos de hardware presentes na máquina. No entanto, poderá ser preciso intervir nalgum tipo de hardware mais específico ou mais antigo. Para ver se está tudo a correr bem, o primeiro passo é ir ao Gestor de Dispositivos, clicando em Iniciar, Painel de Controlo, Hardware e Som. Deverá depois procurar por eventuais sinais amarelos com um ponto de exclamação no meio, que indicam a existência de problemas. Clicando no botão direito do rato sobre o item poderá depois escolher Actualizar controlador de Software... e resolver o problema.

O Gestor de Dispositivos é o local a consultar para ver se existem problemas no funcionamento do hardware – se existirem, deverá ter à mão o controlador necessário para terminar a actualização do mesmo
O pacote Win7codecs da Shark007 é um download obrigatório para quem quer que o Windows Media Player “mastigue” todo o tipo de ficheiros multimédia, dando ainda algumas possibilidades de configuração de áudio

No entanto, para que isso seja possível terá de ter o controlador necessário à mão. Aqui, voltamos a salientar a importância de escolher uma instalação a 32 ou a 64 bit. No caso da versão x64, deverá desde já saber que existe um suporte muito menor neste capítulo, sendo mais fácil encontrar drivers e outro tipo de software compatível com a versão x86. Para esta, aliás, poderá arriscar instalar os controladores que já tinha aplicado na versão 32 bit do Vista, embora seja preferível procurar as versões expressamente concebidas para o Windows 7. Aliás, mesmo que o sistema operativo esteja a funcionar sem problemas será sempre melhor instalar os controladores programados pelos fabricantes do que ter a máquina a funcionar com os drivers genéricos, que se podem tornar instáveis de um momento para o outro. Mas não se esqueça de que poderá apenas instalar drivers assinados.

PROCURE O SOFTWARE
Quer isto dizer que terá de reunir uma lista de todo o software necessário ao correcto funcionamento não só do hardware que se encontra dentro do computador mas igualmente dos periféricos que compõem o seu sistema. Isso envolve os drivers e, muitas vezes, também os utilitários que os equipamentos trazem para a sua correcta gestão.

Dentro da caixa, deverá começar por ver qual o fabricante dos itens cruciais ao bom funcionamento do PC – motherboard, placa gráfica e placa de rede são os itens prementes. Nalguns casos, correr o Windows Update é o suficiente para actualizar as versões dos drivers, sobretudo no que à componente gráfica diz respeito, mas isso não fará com que se instale, por exemplo, a consola de gestão da sua placa Nvidia ou ATI/AMD. Por isso, o melhor é ir até ao site do respectivo fabricante e, na área de suporte, procurar pelos drivers mais actuais. Se o hardware for recente, terá certamente sorte. No entanto, e isto aplica-se sobretudo no caso das motherboards, se o seu modelo for relativo a um chipset que já não esteja em produção há, pelo menos, um par de anos, vai ter alguma dificuldade em arranjar controladores mais actuais do que os genéricos que acompanham o Windows 7. Porém, deverá procurar também pelo software de gestão e, eventualmente, de overclocking para a placa-mãe, que estará disponível para o novo SO da Microsoft, a não ser que se trate de um modelo mesmo antigo e com suporte descontinuado.

 REQUISITOS MÍNIMOS PARA O WINDOWS 7

CPU a 1 GHz com tecnologia de 32 (x84) ou 64 (x64) bit
1 GB de memória RAM na versão 32 bit e 2 GB de RAM na versão 64 bit
16 GB de espaço em disco para a versão 32 bit e 20 GB para a versão 64 bit
Placa gráfica com tecnologia DirectX 9 com WDDM 1.0 (Windows Display Driver Model) ou superior

 

ACTUALIZE OS CODECS
Apesar de o Windows Media Player (WMP) 12 trazer já algum suporte para uma grande parte dos diversos codecs utilizados por terceiros, a verdade é que é praticamente impossível que a aplicação consiga abrir com sucesso a enorme quantidade (e variedade) de extensões de vídeo e de som que existem nos dias que correm. A melhor solução para resolver este problema é descarregar o pacote Win7codecs da Shark007 (http://shark007.net/win7codecs.html). Trata-se de uma solução freeware que permite tornar o WMP compatível com os formatos amr, mpc, ofr, divx, mka, ape, flac, evo, flv, m4b, mkv, ogg, ogv, ogm, rmvb e xvid e que possui ainda uma consola de definições que permite ao utilizador fazer a gestão dos tipos de ficheiros e a configuração do sistema de som (suporta dez tipos de combinações de colunas). Como poderá ver no site, existe um ficheiro de instalação para as versões x86 e x64 do Windows 7. A versão 1.3.4 “demora” apenas 20,4 MB a descarregar, está bastante estável e recomenda-se.

EM REDE COM O GRUPO DOMÉSTICO
A nova opção garante partilha de documentos em rede de uma forma mais simples e intuitiva

 
 DICA

Apenas os computadores com o Windows 7 instalado podem usufruir da opção de Grupo Doméstico. Pode, todavia, ligar máquinas com outros sistemas operativos à rede, sem recorrer a esta opção.

Desde que a configuração de redes domésticas deixou de ser um pesadelo e se tornou um processo mais simples que o número de utilizadores interessados em criar uma rede para partilhar conteúdo em casa aumentou consideravelmente. Por outro lado, a descida do preço dos computadores criou uma realidade em que é cada vez mais vulgar cada membro da família ter o seu próprio computador.

 

A partilha de ficheiros nos sistemas operativos da Microsoft nunca esteve livre de críticas, mas a verdade é que entre o Windows 95 e o Windows Vista há diferenças abissais. Não queremos com isto dizer que o Windows Vista apresenta um sistema perfeito de partilha de ficheiros. Aliás, a Microsoft é a primeira a admiti-lo e a dedicar ao processo de desenvolvimento do Windows 7 uma equipa especialmente criada para desenvolver um sistema mais simples e intuitivo de partilhar ficheiros dentro da rede.

De acordo com a empresa, antes de desenvolver este sistema, a Microsoft estudou as necessidades dos utilizadores (nomeadamente as expressas através do Customer Experience Improvement Program – CEIP) e a forma como estes usam os computadores e os periféricos como impressoras em casa. Entre as várias conclusões tiradas do estudo, ficamos a saber que mais de 70 por cento dos computadores com o Windows instalado tem apenas uma conta de utilizador criada. Na verdade, apenas cerca de 8% tem duas contas de utilizador e somente cerca de 2% tem entre 6 e 9 contas instaladas. De que servem estes números? Acima de tudo testemunham a forma como o paradigma de uma máquina por utilizador se generalizou e ajuda a enfatizar a necessidade de partilhar ficheiros de forma simples, segura e fácil. A Microsoft não deixou de prestar muito atenção a estes números e desenvolveu a opção Grupo Doméstico. A PCGuia explica.

 PRIVILÉGIOS DE LEITURA E ESCRITA

Os ficheiros podem estar partilhados, mas isso não quer dizer que toda a gente possa mexer neles. Escolha um ficheiro que quer partilhar. Clique com o botão direito do rato em cima dele e escolha Partilhar Com. Agora defina se quer ou não partilhá-lo, e se deixa que os utilizadores do Grupo Doméstico alterem o ficheiro (Leitura/escrita) ou possam somente abri-lo (Leitura). Neste último caso, ser-lhes-á impossível gravar qualquer mudança.


 IMPRESSORAS E PERIFÉRICOS

A partilha de periféricos, muito especialmente de impressoras, continua a ser um prato difícil de digerir. A partilha de uma impressora USB é complicada, uma vez que esta está indexada a uma máquina específica. E transportar pen drives USB de um lado para o outro ou enviar e-mails de um PC para o computador que tem a impressora não é nada prático... Com a opção Grupo Doméstico, se instalar uma impressora que tenha o logótipo do Windows, os outros utilizadores da rede poderão beneficiar do hardware e imprimir como se esta estivesse instalada localmente em cada uma das máquinas. Se a impressora em questão não beneficiar da certificação garantida pelo logótipo do Windows, o sistema irá pedir autorização ao utilizador para instalar os controladores. A grande vantagem é óbvia: já não é necessário procurar na Net os drivers e instalá-los em cada um dos computadores da rede. O driver instalado na máquina onde a impressora está ligada é simplesmente copiado para cada um dos outros computadores do grupo doméstico.


 PARTILHE FICHEIROS COM FACILIDADE

01Vá ao menu Iniciar, Computador, Grupo Doméstico (no lado esquerdo).

02 Repare que não tem um Grupo Doméstico criado. Clique em Escolher o que Pretende Partilhar e Ver a Palavra-passe do Grupo Doméstico.

03 Agora decida o que quer partilhar na rede. Tem opções para imagens, música, documentos, impressoras e vídeos. Clique em Seguinte.

04 O sistema irá gerar uma palavra-passe para o grupo doméstico. Anote-a. Vai precisar dela para ligar as outras máquinas à rede.

05 Se quiser alterar as definições de partilha, vá ao Painel de Controlo, rede e Internet, Grupo Doméstico. Veja as opções em Outras Acções de Grupo Doméstico.

06 Quer alterar a password? Clique em Alterar a Palavra-Passe. Por fim, vá às outras máquinas com o Windows 7. No ecrã de Grupo Doméstico (Painel de Controlo) vai encontrar o grupo criado. Registe os computadores no grupo.

SOFTWARE ESSENCIAL
O Windows 7 está instalado, e agora? A PCGuia ajuda a descobrir se existe compatibilidade com o software necessário para as tarefas diárias

Lembramo-nos bem das dores de cabeça dos nossos leitores, na altura do lançamento do Windows Vista. Foram centenas de telefonemas com o mesmo assunto: «O programa X não corre no Vista», «Não consigo jogar o título Y». Pois bem, a Microsoft aprendeu com o erro e parece ter garantido uma base de software compatível mais alargada para o Windows 7. Fê-lo garantindo versões de teste mais cedo às software houses e elaborando testes com os principais programas. Nestas páginas, vamos instalar os programas mais utilizados na nossa máquina e dizer-lhe o que já percebeu na entrada do artigo: que consegue usar desde já as aplicações mais comuns e úteis.

A versão gratuita do AVG é uma boa opção também para o Windows 7
Não vai ter qualquer problema a jogar Comany of
Heroes no Windows 7

SEGURANÇA
As principais editoras de software de segurança já garantem suporte total para o Windows 7. Se estiver habituado aos produtos da Mcafee, da Norton, da Kasperky, BitDefender, Avast!, Trend Micro, BullGuard, Webroot, Panda Security ou da AVG pode ficar descansado – todos eles funcionam com o Windows 7, tanto na versão de 32 como na de 64 bits. Lembre-se ainda de que a Microsoft lançou recentemente um antivírus gratuito e também ele pode, como é natural, ser utilizado no Windows 7. Veja a caixa para mais detalhes.

BROWSERS
O mundo não acaba no Internet Explorer, e o gigante de Redmond sabe-o bem. A base instalada de utilizadores de browsers como o Mozilla Firefox, o Opera ou o Google Chrome é mais do que suficiente para esperar compatibilidade assegurada. E assim acontece. Todas as opções do Firefox estão disponíveis, e o Opera funciona sem problemas. Nos nossos testes verificámos algumas dificuldades na execução do Google Chrome (nomadamente na versão de 64 bits do Windows 7). No entanto, uma rápida vista de olhos na Internet serviu para perceber que quando estiver a ler este artigo, essas questões deverão estar ultrapassadas.

PRODUTIVIDADE
Neste campo, é óbvia a compatibilidade com o Microsoft Office, que pode utilizar à vontade, como seria de esperar. Mas o Open Office (pt.openoffice.org/) continua a ser uma excelente opção gratuita e pode usá-lo à vontade. O Ability Office (www.asiability.com/pt/), da Multiplicar negócios, também pode ser usado no mais recente sistema operativo da Microsoft.

 O WINDOWS 7 E OS JOGOS

Muito embora tenhamos testado alguns jogos na versão disponível do Windows 7 (ainda não é a final, na altura em que escrevemos este artigo), é impossível afirmar com certeza absoluta a compatibilidade com os principais jogos existentes no mercado. No entanto, podemos adiantar que Chris Lewis, o vice-presidente do Interactive Entertainmet Business da Microsoft para a região EMEA, referiu ao site GamesIndustry.biz que o novo sistema operativo foi pensado para garantir aos adeptos de videojogos uma boa experiência de utilização. Em declarações ao conhecido site de jogos, Chris Lewis explicou que «o Windows 7 vai ser fantástico para jogos», já que será «mais robusto, mais rápido». O mesmo responsável sublinhou que todos os testes elaborados pela multinacional americana revelaram-se «promissores» e destacou o papel da iniciativa Games for Windows – «uma campanha a continuar por muitos anos», sublinhou. O vice-presidente afirmou que a Microsoft «é uma empresa que tem o Windows e o PC no centro da sua estratégia», pelo que esta não será alterada. Além disso, garantiu a mais-valia de contar com «uma comunidade de jogadores na plataforma PC particularmente activa».

MULTIMÉDIA
No caso do multimédia, a melhor opção – e a que garante maior compatibilidade com o enorme número de formatos de ficheiros – continua a ser o VLC Player (www.videolan.org/vlc/). Nos nossos testes, funcionou bem e não encontrámos qualquer limitação nas funções que faculta aos utilizadores. Como é natural, o Windows 7 conta com o Windows Media Player – outra opção.

Pode usar o μtorrent à vontade. A compatibilidade está assegurada

JOGOS
É talvez das categorias mais importantes para os nossos leitores – pelo menos, é-o para nós – pelo que escolhemos uma série de jogos que cobre todo o tipo de géneros e que não se esgota na lista de títulos lançados nos últimos meses. Não só porque ninguém diz que os seus jogos preferidos não têm já dois anos, mas sobretudo porque algumas das mais notórias dificuldades neste campo tiveram que ver com títulos mais antigos.

Assim, a saber, alguns dos jogos que garantimos que pode instalar sem qualquer tipo de problema de compatibilidade: Freespace 2, Mechwarrior: Mercenaries, Age of Wonders, Civilization IV, Red Alert 3, GRID, Company of Heroes, Neverwinter Nights 2 (com o Mask of the Betrayer), Ghost Recon 2, Titan Quest (com o IMmortal Throne), Enemy Territory: Quake Wars, World of Warcraft, The Sims 2, The Sims 3, Fifa 2009, Medieval 2: Total War, Spore, Guitar Hero III e os Medal of Honor. sistema operativo for lançado, as editoras destes Se gostar de Quake II, Left 4 Dead ou Guild jogos (nomeadamente dos mais recentes) vão Wars, prepare-se para se debater com algumas lançar patches que corrijam eventuais problemas questões gráficas ou de estabilidade. Neste de compatibilidade ou estabilidade. último, por exemplo, o ícone não aparece no Para mais detalhes, consulte a lista de explorador, embora possa encontrar o atalho na compatibilidade provisória disponível em área de trabalho. No caso de Fallout 3, os problemas revelaram-se mais aborrecidos no nosso sistema com a versão de 64 bits do Windows 7. Para conseguir instalar o título, tivemos que o fazer manualmente, escrevendo X:\setup.exe (X é a letra da drive óptica). Depois de instalado, não apareceu no explorador da área de jogos (e é um dos membros dos Games for Windows). O atalho criado também não funcionou, pelo que tivemos que encontrar o executável na directoria do jogo e clicar nesse ficheiro.

 NOVO ANTIVÍRUS DA MICROSOFT
Chama-se Microsoft Security Essentials e é um novo serviço anti-malware gratuito que protege os utilizadores do Windows de vírus, spyware e outro tipo de software nocivo. O novo Microsoft Security Essentials está disponível para download em http://www.microsoft.com/security_essentials, não sendo necessário qualquer registo adicional aos utilizadores do Windows.

Nesta primeira fase, o novo programa será lançado estará disponível em oito línguas e 19 países – Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Espanha, França, Holanda, Irlanda, Israel, Itália, Japão, México, Nova Zelândia, Singapura, Suíça e Reino Unido. A versão em língua portuguesa estará disponível no início de 2010. O Microsoft Security Essentials está disponível para Windows XP SP2 ou SP3, Windows Vista e Windows 7, incluindo no modo Windows XP nas versões 32 bits e 64 bits.

Títulos que não conseguimos jogar? System Shock 2 e Falcon 4: Allied Force.

Ficámos surpreendidos com os problemas em Fallout 3, mas a verdade é que, assim que o sistema operativo for lançado, as editoras destes jogos (nomeadamente dos mais recentes) vão lançar patches que corrijam eventuais problemas de compatibilidade ou estabilidade. Para mais detalhes, consulte a lista de compatibilidade provisória disponível em http://www.sevenforums.com/gaming/5739-windows-7-pre-rtm-game-compatibility-list.html.

 MULTI-TOUCH
 
A tecnologia já existe no Iphone desde o seu lançamento. Foi “remisturada” pela Microsoft com o Surface (veja a página 13 do número 163), um produto que usa um ecrã gigante em que o utilizador interage com o computador usando os dedos, e que aparece em quase todos os episódios de CSI.

Esta tecnologia, agora presente no Windows 7, permite manipular objectos no ecrã usando dois ou mais dedos. Nós tivemos oportunidade de experimentar o oneTwo M da Packard Bell, um dos primeiros computadores com esta tecnologia a estarem disponíveis em Portugal. Como era uma unidade de pré-produção, não fizemos um teste completo. Mas podemos confirmar que é uma experiência de utilização muito agradável. A resposta dos objectos no ecrã é impressionante. Estará disponível a 22 de Outubro por 599 euros na versão M e 999 euros na versão L.

BANDA LARGA MÓVEL ACOMPANHA WINDOWS 7
Será que o novo sistema irá permitir o uso dos dispositivos de acesso móvel, mesmo sem actualização dos controladores?

www.optimus.pt

www.tmn.pt


www.vodafone.pt

www.zon.pt

Se há algo que Portugal se pode orgulhar de ter a mais do que a maioria dos restantes países europeus são os valores referentes à adesão dos utilizadores à banda larga móvel. Segundo a Anacom, no final de Junho de 2009, existiam em Portugal cerca de 2,95 milhões de utilizadores de Internet de banda larga móvel e cerca de 1,79 milhões de clientes com acessos à Internet fixos. Em apenas dois anos, o acesso através da banda larga móvel cresceu 199%. Porque a Internet não é algo de que queiramos prescindir, nem que seja por um dia, poderá o upgrade para o Windows 7 colocar entraves ao meu acesso à Internet de banda larga móvel? Terei obrigatoriamente de actualizar os drivers da placa/pen primeiro? É um processo complicado? À excepção de alguns possíveis soluços, no geral, os utilizadores das pens de acesso à Internet em banda larga vão poder usar os aparelhos no Windows 7 sem qualquer problema.

Contactados pela PCGuia, os operadores nacionais indicaram estar a trabalhar para assegurar a total compatibilidade dos seus dispositivos com o novo sistema da Microsoft, disponibilizando no dia de lançamento do novo sistema os pacotes de actualização de software nos respectivos espaços online. E apesar de nos indicarem que não existe registo de grandes incompatibilidades com a versão desenhada para o Windows Vista, alguns não se sentiram à vontade para nos emprestarem equipamentos, para fazermos nós aqui o “teste do algodão”. O teste que efectuámos com a placa da Vodafone correu sem quaisquer problemas, desde o reconhecimento à instalação e ao acesso propriamente dito (ver passo a passo). Apesar de não ser um equipamento certificado para utilização com o Windows 7, já é possível utilizá­lo com este software.
No caso de pretender fazer uma actualização, basta ir ao site do operador e descarregar a versão que pretende, guardá-la no disco e correr o executável. A Optimus, por exemplo, vai avançar com uma nova versão do software que vai resolver algumas questões pontuais de design e usabilidade. No caso da Zon, o modelo ZTE MF627, escolhido por mais de 80% dos clientes, é compatível com o Windows 7. Quanto ao modelo ZTE MF636, a Zon está a trabalhar com o fabricante para que seja disponibilizado um upgrade que garanta o bom funcionamento do aparelho.

 Trabalhe com o KeyJnote

01 Com o Windows 7 já instalado e em pleno funcionamento, teste a sua placa de banda larga móvel. O objectivo é verificar se esta funciona bem, sem que seja obrigado a fazer algum tipo de actualização dos controladores. Insira a placa e aguarde até que o programa de instalação arranque automaticamente.

02 Com a aplicação já instalada está na altura de fazer o “teste final”. Active a ligação 3G. No nosso caso, a ligação foi imediata. O programa desactivou automaticamente a ligação que tínhamos com a nossa rede wireless e ligou-se à rede da Vodafone, sem problemas.

03 Todo o processo de instalação correu bem, sem que fossem registados quaisquer erros ou hesitações por parte do Windows 7. Para tirar dúvidas, abrimos o browser e entrámos na nossa página da Internet. Todo o processo, desde a colocação da pen à abertura do browser demorou 4
minutos.

VERSÕES E PREÇOS
O Windows 7 estará disponível a 22 de Outubro, mas não será necessário esperar por esta data para ter um PC com direito ao novo sistema operativo. O Windows 7 Upgrade Option Program, anunciado pela Microsoft, permite a qualquer consumidor que comprar um PC (num fabricante aderente a este programa), com as versões Windows Vista Home Premium, Business ou Ultimate, ter acesso à actualização correspondente no Windows 7, sem qualquer custo. Em Portugal, as marcas aderentes a este programa são: Inforlândia, J.P. Sá Couto e Databox (fabricantes nacionais); Toshiba, Dell, HP, Fujitsu, Asus e Acer (fabricantes internacionais).


 WINDOWS 8 NO HORIZONTE

A Microsoft ainda nem sequer pensou em lançar o primeiro Service Pack para o Windows 7 e já está a trabalhar na versão seguinte. Segundo o que a PCGuia apurou, as reuniões de planeamento para o Windows 8 começaram a ter lugar no passado mês de Março e a equipa de desenvolvimento terá começado a debater ideias no final de Julho. No entanto, e como seria de esperar, não é possível adiantar grande coisa para já. Basta pensar que o próprio Windows 7 foi desenvolvido durante dois ou três anos sem que a Microsoft tivesse criado um grande alarido. Porém, é possível levantar um pouco o véu. Por exemplo, prevê-se que uma das funcionalidades mais agradáveis do Windows 8 seja o suporte para ambientes multimonitor. Este conceito ainda foi estudado para o Windows 7 mas as ramificações que implica ditaram quase de certeza o seu atraso. Exemplos disso mesmo são questões como a possibilidade de ter a barra de tarefas em apenas dois dos três monitores em uso ou a colagem de ecrãs na vertical – que se esperam ver respondidas no Windows 8. Por outro lado, é possível adiantar que a Microsoft pretende fazer com que o kernel do Windows 8 corra em plataformas mais leves, tais como ARM, Snapdragon ou outros processadores de baixa voltagem. Prevê-se, assim, que o futuro do Windows Mobile passe também pelo Windows 8.

 
     
     
   
     
 
 
     
Anunciar on-line | Assinaturas | Contactos | Notícias por RSS | Promoções | Serviços Móveis Record | Serviços Móveis CM
ADSL.XL | Classificados | Emprego | Directórios | Jogos | Horóscopo | Tempo


Copyright © . Todos os direitos reservados. É expressamente proíbida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Edirevistas, S.A. , uma empresa Cofina Media - Grupo Cofina.
Consulte as condições legais de utilização.