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Teste de Grupo a Impressoras Fotográficas

Qualidade formidável - Requisitos
Tabela de características
- E o vencedor é...

A impressão de fotos está largamente associada à tecnologia de jacto de tinta, mas será esta tecnologia a melhor opção? Fomos conhecê-la melhor ...

Canon CD-300 | Epson Stylus Color 980 | Fujifilm FinePix NX-500
HP Deskjet 990CXi | OKI DP-5000 | Sony UP-DP10


Actualmente já é possível adquirir câmaras digitais de qualidade a preços a rondar os cem contos. Contudo, o custo não se limita a este periférico. Afinal, como irá obter as fotos no papel? Uma alternativa seria usar a sua actual impressora a jacto de tinta, sobretudo se for um modelo moderno de alta resolução, mas se não for, provavelmente terá de pensar numa nova impressora, aumentando o custo final - tudo porque imagens tremidas a cores, não ficam bem em papel normal, não sendo comparáveis às fotografias como as conhecemos.

Por conseguinte, é tempo de adquirir uma nova impressora. Chegados a esta situação, a maioria das pessoas escolherá outra impressora jacto de tinta a cores, simplesmente porque é mais barata e versátil. No entanto, existem algumas desvantagens a ter em conta. Por exemplo, imprimir fotos em A4, deixa as suas fotografias com grandes margens brancas; será isto precisamente o seu desejo? E será a troca do seu álbum actual de fotos por pastas A4 uma obrigatoriedade, ou alternativamente, será que precisa de uma tesoura para cortar cada fotografia imprimida?

Inclusive, existe até a questão da longevidade da foto. Entre fotos casuais sem grande importância, existem sempre determinados momentos como casamentos, férias e memórias para recordar no futuro. Logo, não quererá provavelmente ver as suas fotos degradarem-se em algumas semanas, ganhar manchas quando as agarra ou estragarem-se num simples contacto com a água - tudo isto são riscos bem evidentes para as impressões a jacto de tinta.

Felizmente, existem outras soluções bem mais práticas. As tecnologias de impressão alternativas existentes hoje em dia conseguem produzir imagens brilhantes, suaves, sem margens e comparáveis às impressões fotográficas actuais que conhecemos e adoramos. Mas que impressoras são estas? E onde as poderá encontrar?


Qualidade formidável
As jacto de tinta funcionam largando pequenas gotas coloridas para uma página, para depois as combinar em misturas convenientes (um processo denominado de dithering), dando assim uma aparente suavidade e continuidade dos tons. Apesar deste procedimento parecer perfeito, na verdade, por vezes os pontos ou mesmo os padrões finais, poderão ficar visíveis, estragando o efeito final da fotografia.

Uma das grandes alternativas às impressoras jacto de tinta são as impressoras de sublimação térmica. Estas funcionam usando uma cabeça de impressão térmica que evapora a tinta de uma fita especial para solidificar numa página. O resultado final é normalmente uma tonalidade continua e uma precisão enorme nas misturas de cores, muito idêntico às fotografias profissionais. E para completar o efeito, a maioria das impressoras limpam a camada sobre a imagem para a proteger do ambiente.

Existem, no entanto, outras tecnologias no mercado, a maioria variantes da tecnologia térmica, que se baseiam sobretudo na alteração de temperatura para transferir a tinta da fita para o papel. E como não existem pontos, as transições entre diferentes tonalidades de cor surgem de forma suave e natural. Precisamente o desejável para uma fotografia.

Apesar disto, antes de sair de casa e comprar uma destas impressoras, deverá ter em atenção algumas das suas desvantagens, sobretudo no que diz respeito ao desempenho. Ao contrário das jacto de tinta, capazes de imprimir numa única só passagem, os outros tipos de tecnologias poderão exigir uma passagem para o azul, outra para o amarelo e ainda mais uma para o magenta. No fim ainda terá mais uma passagem para suavizar o trabalho final.

Como tal, a falta de versatilidade poderá desiludir alguns utilizadores. Por exemplo, outro aspecto não disponível nestas impressoras é a possibilidade de imprimir em modo esboço e até de alterar a resolução. Na pratica estará algo restrito quanto aos poderes de utilização - e até quanto ao uso do papel, já que está limitado a um ou dois tipos especialmente fornecidos pelo fabricante.

Outra grande desvantagem é o preço das impressoras de sublimação térmica capazes de custarem bastante mais comparativamente às suas congéneres de jacto de tinta - no entanto, o custo de impressão é similar se tirar 40 a 50 folhas. Caras? Tudo depende de como olha para elas. De facto, pagaria muito menos se comprasse um rolo fotográfico e o mandasse revelar, contudo, a quantidade de fotografias resultantes seria apenas um número limitado. As fotografias digitais permitem ser visualizadas antes de serem imprimidas, logo só dará a ordem de impressão somente às que mais gostar.


Requisitos
Comparar impressoras fotográficas poderá ser complicado, especialmente se está em causa diferentes tecnologias de impressão. Por exemplo, poderá pensar que uma impressora jacto de tinta de 1,200 dpi consiga bater facilmente uma impressora de sublimação térmica de 300 dpi - no entanto, a comparação não pode ser feita a este nível. Na realidade, as cores e a precisão das impressoras de sublimação térmica produzem muitas vezes imagens de qualidade superior. A moral? Bom, não compare resoluções a não ser que as impressoras sejam do mesmo tipo.

Uma funcionalidade partilhada por uma cada vez maior quantidade de impressoras é a habilidade de aceitar cartões de memória directamente da câmara digital. Ou seja, as antigas transferências aborrecidas da câmara para o PC (especialmente se estivesse a usar apenas a porta de série), e de seguida do PC para a impressora deixaram de acontecer; na realidade, nem precisa de ligar o computador ou de andar com ele de um lado para o outro.

Se já tem uma câmara digital, só terá de procurar por uma impressora capaz de aceitar o cartão de memória em uso (CompactFlash ou SmartMedia). Caso contrário, sugerimos que escolha uma capaz de suportar o CompactFlash - este é um formato mais comum e os próprios cartões são mais fáceis de utilizar.

Outro bónus agora oferecido igualmente pelas impressoras é a sua capacidade de suportar o Digital Print Order Format (DPOF). Este permite ao utilizador seleccionar e guardar num cartão de memória, as fotos seleccionadas para impressão no menu da própria câmara (desde que esta suporte DPOF, é claro), levando depois para a impressora para reprodução automática. Mesmo assim e apesar do DPOF ser um sistema sofisticado, talvez fosse bom não dar muita ênfase a esta tecnologia. Existe uma grande probabilidade de querer fazer ajustes às suas fotografias, ao nível do detalhe, brilho, contraste, para só depois as querer imprimir.

Nos nossos testes tivemos em consideração a qualidade de impressão e o tempo despendido, assim como o custo e a conveniência. Os resultados finais foram uma surpresa agradável.

 
 
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